O objetivo deste procedimento é acolher o paciente e seus familiares em dois momentos distintos. No primeiro momento, escutam-se apenas os familiares, procurando identificar qual a demanda que os fizeram buscar este tipo de tratamento.
Investiga-se a história particular do núcleo familiar que, muitas vezes, encontra-se esfacelado, proporcionando a diluição da angústia que acomete toda a família.
Em seguida, procura-se um ambiente de confiança, no qual o paciente perceba que suas falas são acolhidas e, assim, possa expressar seus medos, o sofrimento e os delírios.
Segundo JEAN OURY: "Para acolher alguém, é necessário, colocar-se na mesma paisagem: sente-se, então, tudo. Não é por intuição, é direto. Não é tampouco visível, mas é algo do sentir. Participa-se" (1989 p58).
Este momento é marcado pelo encontro com o sujeito e os terapeutas procurando traçar a indicação para inserção nas atividades do Hospital-Dia.
Posteriormente, os terapeutas deverão apresentar a proposta de trabalho e as instalações do Hospital-Dia, para que o paciente e seus familiares possam avaliar se desejam ou não iniciar o tratamento.
cocaína, opiáceos, solventes, substâncias psicoativas, alucinógenos, canabinóides, cola de sapateiro, crack, abuso de benzodiazepínicos, abuso de fumo (baseado, maconha, cigarro).